Na madrugada do dia 28 de janeiro às 03h30, sensivelmente, aconteceu algo insólito que a memória coletiva não recordava na região, tendo como epicentro a cidade de Leiria e os concelhos e aldeias limítrofes. Nesta zona do país desenrolou-se uma tragédia sem precedentes conhecidos, impensável uns tempos atrás, numa área de excelência tida por todos como um cantinho do paraíso. Ventos ciclónicos em turbilhão, ensandecidos, em correrias cruzadas, ora soprando ora redemoinhando, arrancaram árvores pela raiz, outras decepando-as pelo meio, postes de iluminação, semáforos, painéis publicitários, painéis solares e placas de sinalização, derrubaram muros e derrocaram terrenos, destelharam moradias, garagens, armazéns, fábricas, oficinas, alpendres, e partiram veículos numa fúria avassaladora nunca vista até então.
Continue a ler com uma assinatura
Este artigo é exclusivo para assinantes do Notícias do Arrabal. Apoie o jornalismo da nossa freguesia.
Quero ser assinante
Já é assinante? Inicie sessão
Comentários
Os comentários são reservados a assinantes.
Inicie sessão Assine para comentar