O cemitério velho do Arrabal vive uma nova fase na sua já longa existência. Depois de anos a fio ao abandono, verificou-se uma destruição parcial do seu rico património que, devido à sua extraordinária beleza arquitetónica, trouxe inclusivamente à freguesia, um naipe de atores e realizadores do melhor que o cinema tem em Portugal. Efetivamente a sua imagem ficou para a posteridade através da realização da obra de Eça de Queirós “Crime do Padre”, que, entretanto, passou na RTP1. Nos últimos meses tem-se procedido à limpeza do seu interior, à reparação do portão, e à restauração de algum do seu património em pedra. Na sequência disto, a Junta de Freguesia no passado dia 2 de junho, tornou público um edital, onde refere que, “se consideram abandonadas, podendo vir a ser declaradas prescritas a favor da Junta de Freguesia, as sepulturas perpétuas em que os respetivos concessionários sejam desconhecidos, residam em parte incerta, ou não tenham exercido os seus direitos por um período superior a dez anos a contar da data da última inumação”.
Continue a ler com uma assinatura
Este artigo é exclusivo para assinantes do Notícias do Arrabal. Apoie o jornalismo da nossa freguesia.
Quero ser assinante
Já é assinante? Inicie sessão
Comentários
Os comentários são reservados a assinantes.
Inicie sessão Assine para comentar