A tempestade Kristin deixou marcas profundas, mas deixou também uma certeza: quando foi preciso agir a freguesia não esperou por ninguém. Pelos meios ao seu alcance a Junta, o seu efetivo e os seus funcionários, avançaram de imediato para o terreno. A prioridade foi clara – garantir a segurança, proteger as pessoas, abrir caminhos. A ULPC – Unidade Local de Proteção Civil – esteve presente desde a primeira hora, articulando esforços, avaliando riscos, e apoiando nas situações mais sensíveis. A coordenação foi feita com sentido de missão, com serenidade no meio do caos. Os voluntários, muitos e determinados, mostraram que a comunidade é sempre a maior força de uma terra. Organizaram-se, trabalharam lado a lado, e fizeram a diferença. De entre as ações realizadas, destaca-se:
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